Numa altura da vida em que a preocupação dos pais deveria estar centrada no acompanhamento ao filho doente, as dificuldades económicas trazidas pelo cancro são um peso adicional e injusto.
Para mitigar estas dificuldades, e em nome dos pais que representa, a Acreditar dirigiu esta Carta Aberta aos decisores políticos com a proposta de medidas concretas para garantir condições justas a quem cuida e melhores respostas para as famílias durante o tratamento.
No simbólico Dia do Cuidador Informal, entregámos a Carta Aberta subscrita por mais de 47.000 pessoas à Presidência da República, Assembleia da República e Governo.
Em discussão do Orçamento do Estado para 2026, foi aprovada a proposta que aumenta o subsídio para assistência a filho com doença oncológica, de 65% para 100% da remuneração de referência dos pais com o limite máximo mensal de dois para três IAS (Indexante de Apoios Sociais).