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Ser Mulher e Mãe de uma Criança com Cancro

Antes do diagnóstico do Rodrigo considerava-me uma mulher realizada, a nível familiar e profissional, hoje sinto que me tornei uma mulher mais forte e resiliente.
[Durante os tratamentos] muitas vezes não tive tempo de pensar em mim, chorar e gritar como era suposto uma mãe que passa por isto fazer. Pelo contrário, tive de aprender a ser resiliente, arranjei as minhas estratégias. Se a capela no hospital falasse, teria muito a contar a meu respeito. Lá sozinha, desabafava e chorava para que ninguém visse a minha fragilidade. Não é defeito ser frágil, pelo contrário. Apenas sentia que naquela altura não podia demonstrar porque era o pilar para o Rodrigo, para o pai e para o irmão.
Goreti, mãe

Aos 35 anos vivi um crescimento radical ao ganhar um segundo filho. Um bebé lindo, tudo era perfeito. Até que o chão tentou abrir-se debaixo dos meus pés. Uma doença desconhecida. De noite não dormia a olhar para ele como se fosse a última. Cinco anos depois respirei de alívio com o diagnóstico – um cancro benigno, finalmente havia resposta, um tratamento. Ainda sou uma menina mulher, escondida dentro do meu silêncio. Foi graças a Deus, ao poder da maternidade que também me curei. Hoje sou uma mulher forte, corajosa, lutadora, cuidadora, sonhadora.
Inês, mãe

Depois do diagnóstico de cancro da minha filha passei a viver em função das necessidades dela. A Lénia mulher ficou em stand by, só havia tempo para as necessidades básicas, cortei o cabelo curto para não demorar muito a tomar banho e para ele secar rápido, não havia lugar para a maquilhagem ou roupa normal, uns leggings e uma t-shirt estava ótimo. Durante muito tempo não estava com as minhas amigas, saia apenas para umas caminhadas com a Julieta. A Lénia mulher não se queixou nem um dia porque ela não era prioridade mas sim a filha.
Lénia, mãe

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